Veja a seguir os principais tipos de e-commerce e suas características!

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Veja a seguir os principais tipos de e-commerce e suas características! Business to Consumer – B2C O modelo Business to Consumer (B2C) também é conhecido como e-commerce de varejo e envolve a relação comercial direta entre o vendedor e o consumidor final. O processo de venda acontece, praticamente, 100% digital, exceto a logística de entrega no caso de produtos físicos. Ou seja, um dos principais elementos dessa relação é que o processo de compra é muito simples e os e-commerces B2C devem investir em uma experiência de usuário intuitiva e facilitada. De acordo com o Statista esse é um dos mercados que mais cresce e a previsão é que suas transações alcancem a marca global de 6,3 trilhões de dólares até 2024. Direct to Consumer – D2C O fabricante vende diretamente para o consumidor final. Essa seria a definição resumida do tipo de e-commerce D2C. Sua grande vantagem, para a empresa e o consumidor final, é que os intermediários da venda são eliminados. Assim, o relacionamento é feito diretamente entre a fabricante e o cliente, diminuindo custos de vendas. Todavia, existe a necessidade de investimentos em um processo que não faz parte do core business da empresa. Ou seja, é preciso avaliar os prós e contras desse modelo de e-commerce antes de implantá-lo no negócio. Business to Business – B2B No e-commerce B2B a venda acontece entre duas pessoas jurídicas, ou seja, uma empresa vende para outra. Para criar estratégias de vendas para esse canal, é preciso considerar que compras corporativas normalmente são negociadas em maior volume, portanto seus compradores estão sempre em busca de melhores preços. Além disso, vendas no modelo B2B têm grandes chances de recorrência. Assim, campanhas de fidelização dos clientes podem trazer resultados comerciais significativos. Business to employee – B2E E-commerces B2E focam nas vendas exclusivas ou especiais para colaboradores da empresa. Quando os próprios funcionários de um negócio consomem seus produtos, podem vender e falar de suas experiências de uso com maior propriedade. Além disso, quando as ofertas têm condições e preços especiais, tal canal de vendas pode ser considerado um benefício. Esse mesmo modelo também pode ser usado para gerenciar compras internas, com centros de custos diferentes em empresas de grande porte. Assim, é possível contratar horas de serviço de determinado setor ou adquirir peças do estoque de outra filial, facilitando os processos de intercâmbio interno. Consumer to Business – C2B O tipo de e-commerce intitulado Consumer to Business (C2B) contempla principalmente a negociação de serviços prestados pelo consumidor para uma marca. A divulgação de um novo produto em suas redes sociais, por exemplo, pode ser uma moeda de troca em que o consumidor recebe uma recompensa pela ação realizada. Consumer to Consumer – C2C O e-commerce C2C foca nas relações comerciais entre dois consumidores finais. Sites como o eBay e Mercado Livre permitem que seus usuários negociem produtos com outros usuários. Nesse caso, a plataforma é remunerada com uma comissão sobre a venda. Para aumentar os ganhos do e-commerce, é preciso atrair um grande número de negociadores, bem como engajá-los a fecharem vendas. Criar ações nas redes sociais, oferecer cupons de desconto e inscrição gratuita são algumas formas de incentivo que podem contribuir para o sucesso. Consumer to Administration – C2A Outro tipo de e-commerce pouco conhecido é o C2A ou consumidor para a administração pública. Essa relação pode ser gerenciada via internet em um site em que a administração pública informa suas demandas e interessados disponibilizam seus serviços ou aceitam as propostas. Business to Administration – B2A Similar ao C2A, o e-commerce Business to Administration vai abrigar as negociações entre empresas e a administração pública, podendo gerenciar as negociações seguindo modelos de licitação, por exemplo. Mobile commerce – M-Commerce No caso do M-commerce, as vendas devem, necessariamente, acontecer em dispositivos móveis como smartphones e tablets. O que difere do e-commerce é que esse modelo de negócio também pode ser usado para compras com desktops e outros gadgets. Social commerce – S-Commerce S-commerces são mais comuns. Esse é o tipo de e-commerce que é viabilizado nas redes sociais. No Facebook e Instagram, por exemplo, é possível criar lojas e vender produtos e serviços. Facebook commerce – F-Commerce F-commerce é o descritivo ou nome dado para a solução de vendas oferecida pelo Facebook. Assim como no caso do S-commerce, esse modelo de vendas deve concentrar seus esforços na promoção de conteúdos relevantes para a venda dos itens da loja virtual da rede social. Além de imagens do produto, um bom marketing de conteúdo para trabalhar temáticas que envolvem seu consumo, estilo e boas práticas de uso. Tutoriais, memes e outros formatos, se compatíveis com o público-alvo, também podem ser usados para aumentar o engajamento. Chat commerce – C-Commerce O C-commerce é um modelo onde seu grande diferencial é o comércio colaborativo. Diferentes usuários se conectam para contratar, comprar ou vender produtos e serviços. Television commerce – T-Commerce A TV digital também pode ser um ótimo canal de vendas, e é o foco do T-commerce que usa programas específicos sobre os produtos ou serviços. Nem todo produto e serviço tem boa conversão nesse formato de e-commerce, por isso, é preciso fazer uma pesquisa prévia sobre os hábitos e comportamentos do público-alvo da campanha para avaliar se o canal terá sucesso para as vendas. Subscription commerce – Clube de assinaturas O Subscription Commerce comercializa assinaturas de serviços e tem diferentes modelos ou proposta de valor. O primeiro é quando o cliente assina um pacote prolongado para ter o benefício do desconto, ou seja, um preço mais barato do que se fosse comprar de forma avulsa. Também existe o subscription commerce que foca na curadoria. Nesse caso, um especialista faz uma seleção especial de produtos e disponibiliza para os assinantes. E, por fim, também é possível trabalhar com o modelo de membership, em que somente os assinantes têm acesso aos produtos e diferenciais. Cada modelo de subscription commerce vai funcionar melhor com um público e serviço. Por isso, para elaborar uma estratégia de vendas, é preciso fazer um estudo de qual deles teria mais receptividade e sentido para os leads. Infoprodutos Esse tipo de e-commerce é focado na oferta de infoprodutos. Mas, para aumentar sua conversão, pode ser interessante trabalhar estratégias de e-mail marketing, newsletter ou, até mesmo, criar um blog para gerar conteúdos relacionados que eduquem os potenciais compradores e, posteriormente, os direcionem para a conversão. Dropshipping O e-commerce trabalhado com dropshipping também vai ter um funcionamento similar ao de infoprodutos. Ou seja, ele será um canal para a conversão da venda, mas as demais etapas da compra serão realizadas em outro endereço, por outros responsáveis pelo envio do produto, por exemplo.



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